Espaço BSM

08/17

14 sugestões descoladas de cabeceiras

De pínus, estofada, tecido adesivo ou até EVA. Selecionamos diferentes materiais usados para decorar a parede da cabeceira. Confira as propostas a seguir

É uma solução bastante conhecida, mas isso não a torna menos eficaz: o espelho, colocado no nicho que acompanha toda a extensão da cabeceira, dá sensação de amplitude ao quarto de casal. Projeto das arquitetas Fabiana Silveira e Patrícia de Palma, do escritório SP Estudio. (Martín Gurfein/Minha Casa)

 

A base do dormitório passou a ser toda clara, portanto foi preciso incluir um tom mais forte, que reforçasse o aconchego. Sem fugir do neutro, a moradora se valeu de um papel de parede listrado com duas tonalidades de bege para cobrir a superfície maior do cômodo. (André Fortes/Minha Casa)

 

A decoradora Cláudia Bitelo planejou para a irmã uma cabeceira valorizada por recortes decorativos. Os retângulos foram aplicados sobre a placa lisa do mesmo material. As sobras da chapa ainda renderam duas mesinhas laterais (50 x 30 cm), fixadas na cabeceira. (Ricardo Jaeger (Rs)/Minha Casa)

 

A decoradora Cláudia Bitelo planejou para a irmã uma cabeceira valorizada por recortes decorativos. Os retângulos foram aplicados sobre a placa lisa do mesmo material. As sobras da chapa ainda renderam duas mesinhas laterais (50 x 30 cm), fixadas na cabeceira. (Ricardo Jaeger (Rs)/Minha Casa)

 

Madeira é sempre uma boa pedida quando se quer agregar uma sensação de acolhimento. “Como o apê já tinha o material em tom claro no piso e no armário, escolhi uma cabeceira de pínus ripada com acabamento cru”, conta o arquiteto Neto Porpino. A tonalidade faz uma bela composição com o azul da parede – o profissional manteve a proposta da paleta de azuis do apartamento, mas no dormitório escolheu um rebaixado e puxado para o cinza, a fim de deixar a atmosfera relaxante. Cor Mergulho Sereno, da Coral. (Martín Gurfein/Minha Casa)

 

A cabeceira é feita todinha com rodapés de EVA, material que não pesa no bolso e é superfácil de trabalhar. Projeto da arquiteta Thaisa Camargo. (Luis Gomes/Minha Casa)

 

Com espessura suficiente (5 cm) para apoiar quadros leves, a cabeceira da cama é composta de três placas de compensado, de 1 x 0,60 m cada, posicionadas a 40 cm do chão e fixadas em um barrote aparafusado na parede. Projeto do arquiteto Bruno Wilson. (Luis Gomes/Divulgação)

 

O ambiente parece mais amplo graças à cabeceira (3,20 x 1,20 m) que ocupa a parede de ponta a ponta, abraçando a cama box e os criados-mudos. A peça também sustenta os quadros. (Luis Gomes/Minha Casa)

 

O tecido autocolante da Flok é aplicado na parede como um adesivo comum – basta que a superfície não tenha bolhas nem trincas. Neste projeto, foi usado um tecido em rolo, que exigiu quatro pessoas para fixá-lo. Mas em geral a empresa fornece a estampa capitonê (e cerca de outras dez) em placas de 50 x 50 cm, que qualquer um pode colocar. Tecido autocolante impermeável (placas de 50 x 50 cm) – Flok Tecido Adesivo, o pacote (com quatro placas). Por trás da cama box, uma placa de MDF substitui a cabeceira. Ela mede 2,75 x 1,05 m e foi cortada de uma chapa. Uma fita de PVC branco arremata as bordas. Projeto da arquiteta Regina Adorno. (Luis Gomes/Minha Casa)

 

A cabeceira é feita de batentes de pínus, madeira reflorestada e sustentável. Além de linda, a cor aquece o ambiente. Projeto da arquiteta Ana Luiza Almeida Prado Sawaia. (Luis Gomes/Minha Casa)

 

Estofada de veludo, a cabeceira é incrementada por criados-mudos suspensos. Projeto da arquiteta Elen Saravalli. (Julia Ribeiro/Divulgação)

 

Seguindo a estética clean e neutra, a madeira entra para trazer o conforto que o quarto pede. O material abraça o armário, compõe a cabeceira e transforma-se em um convidativo banco. Projeto da engenheira e designer de interiores Lisiane Scardoelli, do escritório Studio Cinque. (Marcelo Donadussi/Divulgação)

 

A cabeceira da cama (2,75 x 1,10 m) tem uma leve inclinação, ideal na hora da leitura. Feita de MDF com acabamento branco, embutiu a fiação elétrica, o que evitou rasgos na parede. Com os criados-mudos (Emiliano). Projeto do arquiteto Douglas Honma. (Salvador Cordaro/Minha Casa)

 

Para poupar preciosos centímetros, a arquiteta Cristiane Dilly dispensou a cabeceira. Em seu lugar, uma faixa de 1,10 m de altura, pintada de berinjela (ref. P090, da Suvinil), emoldura a cama. “Queria algo simples, alegre e barato. (Salvador Cordaro/Minha Casa)

 

Fonte: minhacasa.abril.com.br