Espaço BSM

10/17

Quando a sobra virou prêmio

Tudo começou em dezembro de 2016, quando Elizabeth Seabra Noronha, que faz parte do Grupo Mulheres de Brasília, teve a ideia de fazer um evento diferente, estimulando as parceiras ao desapego e, obedecendo a uma regra de Feng Shui, passar para a frente tudo aquilo que não usam mais em suas casas, em seus guarda-roupas, cozinhas quartos, escritórios.

 

 

A Ideia foi encampada de imediato, a data marcada – deverias ser perto do Dia Internacional da Mulher – e o local, a casa dela. Criado o nome, Dia da Sobra – O que não lhe serve mais doe – foi só arregaçar as mangas e planejar tudo.

 

 

De lá para cá, empreenderam um trabalho de formiguinha, divulgando via WhatsApp e boca a boca, o pedido para que todas doassem tudo o que não lhes servisse mais.

 

O resultado foi maravilhoso, de emocionar a mais cética ou indiferente das criaturas. No sábado, com tudo organizado criteriosamente por Mona Lisa Barenbaum, especialista em garage sale, e Valdete Drummond, ambas pertencentes ao grupo, mais a ajuda de Sílvia Seabra e todas que levaram as suas doações muito bem organizado, pôde levar, depois da confraternização e do show do músico DJ Brasil, tudo o que lhes foi destinado.

 

Entidades beneficiadas com as doações do Dia da Sobra; ASP; Gasfa; Abrace; Assitência Padre Júlio Negrizzolo; Vida Positiva; Rede Feminina de Combate ao Câncer; Instituto N.S. da Piedade; Lar do Pequenino Jesus; Associação das Mulheres Acometidas de Câncer; e Congregação Missionárias da Caridade Madre Teresa de Calcutá, em Samambaia.

 

Por Jane Godoy – Coluna 360 Graus – Correio Braziliense